ARTIGOS TÉCNICOS

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Farelo de algodão na alimentação de bovinos

O algodoeiro (Gossypium spp.) é cultivado para produção de fibra e óleo. O algodão apresenta vários coprodutos, provenientes da separação da fibra e extração do óleo da semente. Entre os coprodutos do algodão, a semente coberta com línter é rica em óleo, contém em média 60% de caroço e 40% de fibra e é a principal matéria-prima para a extração de óleo. O farelo de algodão é o produto resultante da extração do óleo do caroço pela conjugação de métodos físicos e químicos.

Amonização no tratamento de volumosos para ruminante

Forragens, em geral, apresentam estrutura complexa em sua parede celular, composta, principalmente, das frações de celulose, hemicelulose e lignina. A associação da lignina com as outras duas frações é responsável pela baixa digestibilidade de muitas forragens. Os constituintes da parede celular são passíveis de utilização por animais ruminantes. No entanto, alguns constituintes apresentam componentes de baixa digestibilidade ou quase indigerível, que preenchem espaço no trato gastrintestinal dos animais, podendo limitar o consumo e o desempenho dos mesmos.

Sistema Creep Feeding para Bovinos

A pecuária de corte é um dos principais destaques do agronegócio brasileiro, sendo responsável pelo abastecimento de carne do mercado interno e exportações de produtos primários e derivados. No entanto, no que compete a eficiência produtiva da bovinocultura brasileira, observa-se menor eficiência em relação aos índices produtivos da pecuária americana, que conta com menor número de animais. Os baixos índices de produtividade estão relacionados principalmente a fatores nutricionais, sanitários, genéticos e demais fatores relacionados ao sistema produtivo.

Silagens de Capins Tropicais

A estacionalidade na produção de forragem é uma realidade recorrente em todos os sistemas de produção animal em pastejo. Conservar o excedente de produção, que ocorre durante o período das águas, para fornecimento aos animais na época da seca é uma estratégia que visa à manutenção da oferta de forragem de alta qualidade durante todo o ano, garantindo a demanda dos animais, permitindo o aumento da eficiência da utilização das pastagens. A silagem é um dos recursos forrageiros mais utilizados na produção de ruminantes, principalmente na época de baixo crescimento da pastagem.

Uso de aditivos ionóforos em dietas de confinamento

Nos últimos anos, a área destinada para a pecuária está se reduzindo, devido à expansão da agricultura, sendo as pastagens naturais ou plantadas substituídas por grandes culturas, como a soja, o algodão e a cana-de-açúcar. Neste contexto, o confinamento é uma boa alternativa, pois permite que se diminua a idade de abate dos animais e que se aumente a capacidade de suporte das propriedades, promovendo o aumento da produção e otimizando o uso da área já existente. Além disso, o confinamento também reduz o tempo de retorno do capital investido, permite terminar animais em épocas de preços mais favoráveis e evita a perda de peso dos animais durante o tempo de escassez de alimentos.

Conceitos Básicos Da Nutrição De Bovinos Leiteiros

Um dos fatores determinantes do sucesso de qualquer programa nutricional é garantir que a vaca leiteira apresente consumo adequado de alimentos. Para que isto ocorra, não basta apenas oferecer ração balanceada ao animal. Inúmeros fatores relacionados ao manejo diário da propriedade têm reflexo direto na ingestão de alimentos pela vaca. É por esse motivo que o manejo nutricional correto vai muito além da formulação da dieta. O consumo de alimentos pode ser afetado por fatores como manejo pré-parto, condição corporal ao parto, qualidade da forragem, balanceamento da ração, manejo de cocho, disponibilidade de água de boa qualidade, problemas de casco, agrupamento de animais e condições de conforto do animal, dentre outros fatores.

Regulação do consumo de alimentos por bovinos

Vários fatores influenciam a ingestão do alimento, desde os relacionados às plantas, ao animal (comportamento e de exigência) e meio ambiente. Em condições de pastejo, devem ainda ser considerados outros fatores físicos que limitam o consumo como acesso e disponibilidade da forragem, bem como relacionados à distância da fonte de água, e condições topográficas do terreno que podem também ter um papel importante na regulação da ingestão de alimentos pelos ruminantes.

Fontes proteicas para ruminantes

As proteínas são formadas por polímeros de aminoácidos que são compostos formados por carbonos, hidrogênio e oxigênio, assim como ocorre no carboidrato e na gordura. Entretanto os aminoácidos contem também e nitrogênio e enxofre. Do nitrogênio total presente nas forragens, 10% a 30% está na forma de nitrogênio não proteico.

Manejo de vacas pós-parto

Estabelecer manejo nutricional, sanitário, reprodutivo e condições de conforto animal adequados são condições básicas para atingir uma alta eficiência em sistemas de produção de leite.

Forragicultura – Conceitos básicos

Na atividade da agropecuária, ao produtor interessa a diferença obtida entre os preços de seus produtos e os custos de produção, sendo extremamente importante conscientizá-lo que, as vantagens nessa operação matemática, será conseguida, imprescindivelmente, respeitando as características dos componentes do ecossistema.

Conceitos Básicos da produção de Feno

A conservação e o armazenamento de forragens são atividades prioritárias de um sistema intensivo de produção de bovinos. O propósito da fenação é obter uma forragem desidratada de alta qualidade, combinando as propriedades químicas, físicas e biológicas que afetam o consumo, digestão e utilização.

Conceitos Básicos de Ensilagem

O processo de ensilagem é uma técnica que consiste em preservar forragens por meio de fermentação anaeróbica, após o seu corte, picagem, compactação e vedação em silos. O produto dessa fermentação, denominado silagem, é obtido pela ação de microrganismos sobre os açúcares presentes nas plantas com a produção de ácidos, resultando em queda do pH até valores próximos a 4.

Amido para ruminantes

Carboidratos não fibrosos são um grupo de biomoléculas compostas por carbono, hidrogênio e oxigênio, com propriedades químicas e funcionais diversas e estão presentes no conteúdo celular vegetal. As unidades básicas do carboidrato são denominadas monossacarídeos. A maioria dos carboidratos não estruturais dos alimentos para ruminantes é composta por moléculas de monossacarídeos de 5 a 6 átomos de carbono. A glicose é o monossacarídeo mais importante do grupo dos carboidratos não estruturais, sendo constituinte de compostos energéticos chave na nutrição e alimentação de ruminantes.

Metabolismo de Proteínas em Ruminantes

As moléculas proteicas, em essência, constituem-se de macromoléculas formadas por unidades básicas denominadas aminoácidos, sendo esses no total de 20. Os animais não apresentam exigências em proteínas, mas sim de aminoácidos, os quais são exigidos de forma diferenciada qualitativa e quantitativamente para a construção das proteínas. Dos 20 aminoácidos que ocorrem nas proteínas, 10 são classificados como essenciais ou indispensáveis. Esses aminoácidos não podem ser sintetizados pelo tecido animal ou, caso ocorra a síntese, esta não é capaz de suprir as exigências, principalmente durante os primeiros estágios de crescimento ou quando os animais estirem em elevados níveis de produção. Neste caso é necessário fornecimento através da dieta. (...)

Sistemas de Produção de Bovinos

A bovinocultura de corte tem uma grande importância para o Brasil, pois conta com o segundo maior rebanho bovino do mundo, abaixo somente da Índia, e primeiro rebanho comercial, com aproximadamente 226,03 milhões de animais em 2017, equivalendo a 22,64% do rebanho mundial. (...)

Mudanças climáticas na pecuária

No Brasil, o agronegócio é um setor muito importante, sendo responsável por parcela relevante da economia, respondendo por mais de 20% do PIB. Em 2016 somente a pecuária respondeu por 4,21% do PIB brasileiro, com uma renda anual da cadeia de corte de 200,4 bilhões e de leite de 63,6 bilhões de reais. As projeções do agronegócio brasileiro de 2015/2016 a 2025/2026 preveem aumento para o setor pecuário. (...)

Nutrição de ruminantes: importância das fibras na dieta

Nos últimos 10.000 anos a criação de ruminantes tem sustentado os seres humanos em suas necessidades de alimentação com carne e leite, agasalho com couro e pele e como animais de transporte e companhia.

Durante a evolução, os ruminantes desenvolveram características anatômicas e simbióticas, que lhes permitem utilizar eficientemente carboidratos estruturais como fonte de energia e compostos nitrogenados não proteicos como fonte de proteína. (...)


Dietas com alto concentrado para bovinos em confinamento

Nos últimos anos, a área destinada para a pecuária vem sendo reduzida devido à expansão da agricultura e, as pastagens naturais ou plantadas substituídas por grandes culturas, como soja, algodão e cana-de-açúcar. Neste contexto, o pecuarista teve que se profissionalizar implementando o uso de novos recursos tecnológicos e melhorando a gestão do seu negócio. Com o aumento da oferta de grãos e seus subprodutos no Brasil e, devido aos baixos níveis de desempenho animal durante o período seco no ano, o confinamento é uma alternativa tecnológica que tem sido bastante empregada pelos produtores como uma forma de diminuir a idade de abate dos animais e o aumento da capacidade de suporte das propriedades, promovendo o acréscimo da produção e a otimização do uso da área já existente.

Proteínas na Alimentação de Ruminantes

As proteínas são formadas por polímeros de aminoácidos (AA) compostos por carbonos, hidrogênio e oxigênio, além de enxofre e nitrogênio. Este último, presente nas forragens entre 10 e 30% na forma de nitrogênio não protéico.
A proteína bruta (PB) contida nos alimentos dos ruminantes é composta por uma fração não degradável no rúmen (PNDR) e outra degradável no rúmen (PDR). É degradada em peptídeos, AA e amônia, através da ação de enzimas secretadas pelos microrganismos ruminais, que utilizam esses três compostos nitrogenados para a síntese de proteína microbiana e multiplicação celular. Quando a velocidade de degradação ruminal da proteína excede a velocidade de utilização dos compostos nitrogenados para a síntese microbiana, ocorre excesso de amônia no rúmen, que atravessa a parede ruminal, chega ao fígado onde é convertida em ureia e pode ser excretada via urina ou reciclada de volta para o rúmen.

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